Em 2022, às vésperas da disputa entre
Lula (PT) e
Jair Bolsonaro (PL),
escrevemos que o segundo turno não era uma nova eleição. O argumento vinha de 287 disputas brasileiras: 75,5% dos candidatos à frente no primeiro turno venceram também o segundo. Na eleição daquele ano, o modelo dava a Bolsonaro 27% de chance de virada. Quatro anos depois, a mesma
matemática mudou de lado.
Leia mais (10/06/2026 - 17h37)