Quando a
Polícia Federal deflagrou, em setembro de 2019, a 65ª fase da
Operação Lava Jato, o nome escolhido já dizia muito:
Operação Galeria. Pela primeira vez, uma galeria de
arte tornava-se alvo de busca e apreensão por suspeita de lavagem de dinheiro proveniente de
corrupção. Obras de nomes como Tarsila, Di Cavalcanti, Volpi e Lygia Pape passaram a figurar nos autos como instrumentos de ocultação de recursos ilícitos. Dois anos depois, em 2021, a 79ª fase,
Vernissage, repetiu o roteiro em outras galerias, em enredo de desvios em contratos da Transpetro e da Petrobras.
Leia mais (10/13/2026 - 08h00)