Na escolha de Ronaldo Caiado em detrimento de Eduardo Leite, o PSD deixou claro seu plano, ao menos na linha inicial: avançar no eleitorado de Flávio Bolsonaro (PL) para tentar uma vaga no segundo turno.
Ou seja, investir em 2026 e não na construção de possibilidade para 2030. Assim seria se a opção tivesse sido pelo governador gaúcho, hipótese preferida pela ala de centro com plumagem tucana que orbita em torno do projeto alternativo, hoje tendo como referência Gilberto Kassab, mas sem garantia de efeito duradouro. Читать дальше...