4 tsares russos assassinados brutalmente
Ivan VI. / Foto: Domínio público
Idade quando morto: 23 anos Assassino: guardas de uma prisão
Isso ocorreu em plena “era dos golpes do palácio” do século 18, quando os imperadores e as imperatrizes mudavam rapidamente ao ser apoiados por pessoas influentes da aristocracia.
Sua vida miserável não durou muito. Em 1764, um oficial militar planejou um golpe para libertá-lo. Os guardas da prisão em que Ivan se encontrava, seguindo instruções, apunhalaram o imperador.
Piotr III
Idade quando morto: 34 anos Assassino: desconhecido
O imperador foi preso no palácio de Ropcha, nas cercanias de São Petersburgo, e ao final de uma semana se divulgou sua morte.
Aleksêi Orlóv, o favorito de Catarina II, responsável pelo encarceiramento de Piotr III, escreveu em uma carta que o imperador morreu acidentalmente durante uma briga.
Pável I
Retrato de Pável I./ Foto: Domínio público
O filho e sucessor de Catarina, Pável I (1754 - 1801), odiava a mãe e tinha muito apego pelo pai, Piotr III. Foi um governante estrito e rigoroso, que tentou reverter muitas das reformas de Catarina que fortaleciam a aristocracia.
No início de seu reinado, Pável I suspeitava de todos, o que era lógico em sua situação. Por isso, contruiu um castelo no centro de São Petersburgo (o castelo Mikháilovski), onde acreditava que estaria mais seguro.
O tsar foi brutalmente golpeado e asfixiado com um cachecol. Na manhã seguinte, seu filho, Aleksandr I, foi coroado. Criou-se então a lenda de que o fantasma de Pável permaneceu para sempre no castelo Mikháilovski, e nenhum outro imperador viveu lá após sua morte.
Idade quando morto: 62 anos Assassino: terroristas
Esta, porém, não ocorreu imediatamente: os camponeses tiveram que continuar trabalhando para seus senhores por décadas antes de reclamar a propriedade das terras.
Aleksandr sobreviveu a várias tentativas de assassinato: os ativistas da “Naórdnaia vôlia” (do russo, “Vontade do Povo”) explodiram uma bomba em um cômodo do Palácio de Inverno, onde se suponha que o imperador estivesse.
Destemido, Aleksandr saiu para verificar os feridos, quando o revolucionário polaco polaco Ignacy Hryniewiecki lançou uma segunda bomba suicida que matou também o tsar.

