Em 1932, o Código Eleitoral criou a cabine indevassável para encerrar o voto de cabresto. Noventa e quatro anos depois, esse espaço segue intacto -quer dizer, mais ou menos, porque já temos vigias de gestual tentando adivinhar pelo movimento do braço ou do dedo se o sujeito digitou 13 ou 22. Ainda assim, o problema maior acontece do lado de fora.
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