Paulo Cafôfo negou-se por duas vezes a ir à audição parlamentar sobre a queda da árvore que matou 13 pessoas a 15 de agosto: em outubro alegou questões da agenda, agora refere que não foi invocado “qualquer fundamento e fim específico” que justifique prestar depoimento urgente perante os deputados da comissão de Saúde e Assuntos Sociais